Visita ao terreiro de Antonio baiano, em Marechal Deodoro, sexta 25, saída da Uncisal, 7h40.

Pessoal lembrando que não terá nenhuma atividade litúrgica.

Trata-se de atividade acadêmica, de roda de conversa, e vivência de interlocução com o público da política afirmativa, permitindo relações de alteridades, sem nenhum cunho de vivência religiosa.


Deixo um roteiro de observação, para ajudar nos aspectos relacionados aos relatos de experiência!

- Como o sacerdote percebe ou não o preconceito existente em relação às religiões de matriz afro-brasileira?

- Como ocorre a produção de cuidado em saúde relacionada às práticas baseadas nos conhecimentos tradicionais com uso de ervas?

- A Política da Saúde Integral da População negra fala da necessidade de diálogo entre os sabres acadêmicos e tradicionais na construção do projeto terapêutico. Você  como futuro profissional de saúde acha necessário se apropriar dos conhecimentos científicos sobre esse diálogo  já produzidos para melhor praticar uma clínica ampliada e uma produção de cuidado integral, como preconiza o SUS?

Quais os aspectos visuais que chamam a atenção no terreiro?

Existe preconceito por parte dos adeptos da religião com o cuidados de saúde praticado por profissionais de saúde formados pela academia?

Existe diálogo entre esses saberes?

Como ocorre a relação do terreiro com a comunidade, o entorno?

Qualquer dúvida pode ser tirada, qualquer pergunta pode ser feita, desde que de forma respeitosa.

 As religiões de matriz afro-indigena-brasileira têm aspectos litúrgicos restritos, de iniciação apenas para os adeptos. No terreiro, como na tribo indígena, vcs vão ouvir: essa parte é restrita, não falamos sobre isso, principalmente entre  os índios. 

Isso não significa que vcs não podem perguntar. DEVEM, e eles explicam o que podem.

Deixo  textos de suporte teórico, e a Resolução do Ministério da Saúde, que indica os terreiros como espaços privilegiados de produção de cuidado em saúde.

Qual a concepção de saúde que a religião apresenta?

Até amanhã!